Depois da dança, calma por sinal, ele continuou agarrado á mão dela apertada dentro da sua. Sorria com um ar ausente enquanto a puxava docemente, como se ela  se tivesse tornado subitamente muito preciosa. Afastaram-se por corredores sombrios. Flutuavam num sonho, um fluido escaldante corria dentro dela, tornando-a confiante, feliz, de repente, sem aviso prévio, ele parou. Ela sentiu os dedos dele deslizando docemente pelo seu rosto, o hálito dele nos seus lábios, a fragância do seu perfume próximo de si, a lingua dele á entrada da sua boca. Saborearam ambos o prazer guloso do seu primeiro beijo.

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